domingo, 16 de dezembro de 2007

Saldo do ano


Final de ano chegando...a maioria das pessoas começa a contabilizar a vida, o que ganharam, o que perderam. Como ficou o saldo? Se a maioria dos projetos foi realizado chega-se a conclusão de que o saldo é positivo. Se a maioria dos projetos não foi realizado, o saldo é negativo. É uma matemática simples.
Porém, a vida não é medida em números dessa forma. Muitas vezes precisamos passar por algumas mudanças, antes que determinado projeto aconteça.
Pare e reflita! De repente você pode descobrir que o seu saldo não está negativo: você cresceu, amadureceu, abriu mão de coisas inúteis em sua vida e está se preparando para novos projetos.
A data no calendário pode mudar... Mas a vida continua, muitas conquistas dependem das sementes de hoje!!

Refaça suas contas.
(Foto: Arquivo pessoal)

domingo, 2 de dezembro de 2007

Borboletas

“Muitas vezes paramos um longo tempo de nossas vidas correndo desesperadamente atrás de algo que desejamos, seja um amor, um emprego, uma amizade, uma casa...
Muitas vezes a vida usa símbolos, acontecimentos que são sinais para que possamos entender que, antes de merecermos aquilo que desejamos, precisamos aprender algo de importante. Precisamos estar prontos e maduros para vivermos determinadas situações...
Se isto está acontecendo na sua vida, pare e reflita sobre a seguinte frase: “Não corra atrás das borboletas! Cuide do seu jardim e elas virão até você.”
Esse é um desafio para todos nós.... não acomodar e nem desesperar....tal qual um jardineiro, aprender a cuidar de nosso jardim no tempo e espaço que cada planta precisa para crescer e se desenvolver....

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Cem dias entre o céu e mar (klink,Amyr)

O livro conta a trajetória de Klink em sua busca de realizar o sonho de cruzar o Atlântico à bordo um pequeno barco:o Paraty.
De sua aventura fica a certeza de que quando se tem um sonho o universo conspira a seu favor para realizá-lo. Há uma série de ‘coincidências’ que acontecem com ele no exato momento em que ele precisava: pessoas trazem presentes, conhece pessoas que sabiam daquilo que ele precisava e, tantas outras que ele narra e são fascinantes.
Pensando na sincronicidade e nesta rede que vivemos, fato valorizado pela sistêmica, a trajetória de Klink nos mostra que isto é possível.
Outras situações importantes no livro: o fato de se estar sozinho por 100 dias no mar revela o quanto as pequenas coisas são importantes: bilhetes de amigos, velhas músicas, a hora de falar no rádio (ouvir gente), o convívio com os animais e o aprendizado com eles.
O ser humano se percebe como mais um no universo, fazendo parte ao invés de acreditar que é o melhor, que tem o controle de tudo. Klink aprendeu que os peixes ajudavam em sua travessia, sinalizavam a presença ou não de tubarões ou baleias e estas tinham um motivo para visitá-lo: a alimentação (pequenos moluscos que se agarravam ao barco)
A frase ‘navegar é preciso, viver não é preciso”, toma dimensões significativas e apóia a leitura deste livro.
A navegação é algo preciso, há precisão de coordenadas, de pontos, mas viver não traz nenhuma certeza, mas Klink diz que viver é fundamental!!
É um livro fantástico, com certeza nos ensina que é preciso viver a cada dia superando dificuldades, lutando, mas aprendendo a valorizar as pequenas coisas a nossa volta. Dando valor às pessoas que de uma maneira ou outra fazem parte de nosso caminhar.

terça-feira, 18 de setembro de 2007

Auto-estima

Muito se fala sobre auto-estima... várias pessoas discutem, debatem, escrevem... Corro o risco de ser repetitiva.
Mesmo correndo o risco, prefiro falar à omitir...afinal cada um tem o direito de ouvir vários pontos de vista e escolher o que mais combina com sua história.
Tenho chegado a algumas conclusões a respeito de auto-estima...minhas observações e experiências profissionais e pessoais têm colaborado nesse sentido..
Então, auto-estima para mim é como uma roupa...se eu usar uma roupa que não é minha, a sensação não é agradável...isso seria ‘baixa auto-estima’...ao contrário se a roupa é minha, combina comigo... ‘auto-estima em alta’.
No dia-a-dia são nos oferecidas vários tipos de roupas. O medo de não ser aceito pela família, pela sociedade, pelos amigos..muitas vezes nos leva a vestir ‘aquela roupa’ acreditando que basta um aperto ali, um conserto acolá...que a gente consegue usar...
Vestir uma roupa que não é meu número pode trazer uma sensação desagradável, tem algo que não encaixa (isso vale, para o modelo, o estilo). Quando você não atende aos desejos da família, da sociedade, com certeza será criticado. Para evitar tal risco, basta atender aos ideais dos outros...
Atender a esses ideais pode levar a uma prisão....corre-se o risco de ficar preso aos sonhos, projetos, crenças, palavras ditas dos outros...sem parar e refletir o que de fato são nossos projetos, sonhos.
Passamos a vida vestindo uma roupa que não nos cai bem, com medo de tentar trocar por uma outra...então passamos a vida acreditando que não temos o direito de trocar de roupa!
Afinal, minha família já se veste assim a tanto tempo! Todos usam esse modelo, não posso mudar! As mulheres (ou os homens) da família são assim!
Descubra qual a peça de sua roupa não combina com você. Pode ser hora de customizar!!

domingo, 9 de setembro de 2007

Sob o sol de Toscana

Perdas, dores, decepções....quem nunca vivenciou tais momentos.
A sensação de que o mundo caiu, o tapete foi puxado e ficamos sem nenhum ponto de apoio....nesses momentos parece que a possibilidade de reconstrução não existe.
Ficamos secos!
No filme Sob o sol de Toscana, tal sensação é maravilhosamente simbolizada. Após um divórcio, a personagem (Frances) vê seus projetos, sonhos, investimentos em um relacionamento desaparecerem diante de si...só restam a dor, a mágoa, a decepção, a raiva...
A primeira solução é lamentar-se, chorar, ter pena de si mesma... momentos que podem parecer úteis por um tempo...mas não para sempre!! A vida continua... parece clichê, mas é verdade. O mundo não pára por causa de nossa dor.
O segundo momento de Frances é investir em um novo projeto....a compra de uma casa em ruínas...nada mais simbólico para retratar como ela mesma se sentia.
Sutilmente o filme exibe uma torneira: sem água, enferrujada...falta vida. Frances também estava assim, sem o movimento e a beleza das águas...sem vida. Nada mais vital do que a água, nada mais maravilhoso.
A reconstrução da casa nos leva a caminhar junto com Frances na reconstrução de si mesma: novas possibilidades, novos sonhos, novos amigos, novos amores....
E a torneira começa a pingar.... há possibilidade! Sim, mesmo após as perdas, há possibilidades de recomeçar...é preciso se ver, se ouvir, se amar.
Aos poucos a torneira começa a jorrar água...traz vida! A casa ganha calor, alegria, amor.....a água inunda a vida de Frances.
Como você tem vivido? Há espaço para novos projetos em sua vida? Você parou em algum ponto e continua se consumindo na raiva, mágoa, sua torneira não tem uma gota de água?
Reconstrua....

domingo, 12 de agosto de 2007

Revolução feminina



Vamos refletir sobre um aspecto que tenho visto no dia-a-dia, algumas mulheres estão em busca de seu lado feminino. Descobriram que não basta ser uma profissional conhecida, que não basta ter status profissional, também querem ser amadas e amar, em alguns momentos querem um ombro para reclinar a cabeça e que podem se deixar ser cuidadas.
Isto mesmo! A corrida pelo poder, pelo desejo de independência fez com que muitas mulheres se escondessem atrás de couraças por vergonha de se mostrarem (ou parecerem) frágeis, por medo de dizer que ‘não davam conta’.
A busca pela independência, pelo lugar no mercado de trabalho fez com que muitas mulheres copiassem o modelo conhecido e este era o ‘masculino’, em alguns aspectos – mesmo criticando – as mulheres seguiram a cópia e fizeram igual, porém perceberam que este não era o estilo delas, era como se a roupa não servisse, portanto se tornou desconfortável.
O grande passo tem sido esta nova Revolução Feminina, as mulheres estão se (re)descobrindo, ou seja, é possível ser independente, ser competente mesmo sendo frágil, sensível. Tais qualidades tem sido importantes até mesmo no mercado de trabalho, as empresas já perceberam que há um estilo feminino de liderança que é eficaz.
Este é o modelo feminino de ser! Não é preciso ser como os homens; homens e mulheres são diferentes por isto se complementam, é a diferença que permite crescer. O que atrai é o diferente, mas um diferente que possa caminhar lado-a-lado compartilhando idéias, projetos.
Nesta nova Revolução, os homens podem se mostrar e descobrem que não são descartáveis, sendo assim é possível construir relacionamentos mais saudáveis, nos quais nenhuma das partes está preocupada em deter o poder. Relacionamento não é disputa de poder.
Quanto mais conscientes de si mesmas, quanto mais as mulheres se conhecem, mais livres e femininas se tornam, pois não há preocupação em provar para os outros o que podem fazer, mas descobrem o que gostam de fazer, aquilo que dá prazer e, até mesmo, que às vezes é bom pedir ajuda!
(Texto publicado, alterações para o blog)

domingo, 5 de agosto de 2007

Confiança x controle

Uma das palavras mais difíceis atualmente é CONFIANÇA (confiar, acreditar), nunca foi tão complicado confiar em alguém, em um tempo onde as palavras parecem ter perdido o seu valor, afinal em outros momentos bastava-se a palavra de uma pessoa e a confiança era total.
Deixamos de confiar, de crer, o dicionário define confiança como “ter segurança íntima de procedimento, crédito, fé”.(Dicionário Aurélio)
Essa desconfiança generalizada, diária, nos transporta para um terreno perigoso, passamos a assumir o controle pleno de todas as situações, ou pelo menos acreditamos que estamos fazendo. Dizemos às pessoas o que fazerem, como fazerem e fiscalizamos para conferir se foi feito! Procuramos nas pessoas a menor evidência de que estejam mentindo a fim de nos guardar de não sermos enganados, e assim vamos assumindo o controle de nossas vidas (e dos outros), na falsa idéia de que estamos nos dando bem. Vivemos felizes assim....ou pelo menos tentamos...
Mas como nos relacionarmos com Deus, com os amigos, com a família, com a pessoa amada, sem confiar? É possível nos relacionarmos sem que busquemos indícios de que o outro esteja mentindo, sem ficarmos criando situações e imaginarmos o que o outro está ou não fazendo? Será que é possível nos relacionarmos sem nos entregarmos?
Para nos relacionarmos é preciso confiar no outro, é preciso ‘abrir a guarda’, diminuir o controle, é preciso haver entrega, curvar-se....e como isto é difícil!
Quando o relacionamento é com Deus muitas vezes acreditamos que há entrega, que confiamos totalmente em Deus, mas a pergunta é: será que de fato confiamos totalmente em Deus, entregamos com confiança? Se realmente confiamos por que em vários momentos agimos como se estivéssemos no lugar de Deus, por que dizemos a Ele o que deve ser feito? Quantas vezes duvidamos do seu agir e nem nos damos conta de que estamos assumindo o controle de nossas vidas sem ao menos perguntar a Ele se é isto o que deve ser feito..
Mas Deus quer nos dar a chance de crescermos como pessoas, por isto Ele permite o tempo todo que possamos aprender a confiar nas pessoas, a confiar Nele. Se não pudermos confiar nos amigos, familiares, na pessoa amada, os quais vemos diariamente, como descansar nos braços de um Pai que não vemos?? Deus permite que aprendamos a confiar no outro, para que possamos perceber que Ele sabe exatamente para onde nos conduz. Pedro só perdeu o rumo e começou a afundar quando ele reparou na força do vento e duvidou da palavra de Jesus, mas Jesus tinha todo controle da situação, pois Ele sabe exatamente qual o caminho a seguir. (Mt 14:22 – 31)
Que possamos visualizar as nossas experiências pessoais como possibilidades que Deus nos dá para conhecermos a Ele um pouco mais e que possamos confiar mais Nele...e mais nos outros ao nosso redor. Que possamos perder o controle! (Publicado em www.novacriatura.com.br,2006)

Leitura na era tecnológica

É muito comum as pessoas, principalmente estudantes, afirmarem que não gostam de ler. Acham isso chato, enfadonho, perda de tempo.E, de fato, os números indicam que os brasileiros lêem pouco. Mas, afinal, qual é o problema?
Em um mundo onde tudo tem sido muito rápido, onde a cultura do ‘fast’ infiltra diariamente o cotidiano, ler parece algo da idade da pedra. Curtir a leitura de uma boa história parece ser completamente fora de época.Afinal, a idéia de respostas rápidas não combina com leitura de livros para resumir ou pesquisar sobre um assunto. Basta apenas acionar uma tecla do computador que o resumo e a pesquisa estarão prontos.
Com isso a Internet passa a ser vista como um problema, a vilã que tem impedido os estudantes de ler. Mas ela não deveria ser um recurso fantástico para leitura?
Vivemos em um mundo cercado de informações: rádio,TVs, jornais, revistas, Internet, todos possibilitam o acesso aos acontecimentos mundiais, debates, cultura, esporte,arte. Nunca tivemos tantas possibilidades e tantos jovens desconectados.
A Internet nos permite acessar títulos de obras raras, de qualquer parte do mundo. Antes, esse tipo de material só poderia ser encontrado nas grandes bibliotecas e era acessível a pequenos grupos, com condições de viajar para conhecê-las. Atualmente, ao simples comando do mouse, elas aparecem na tela do computador.
A rede ainda permite a leitura de diversas revistas científicas, facilitando o trabalho de pesquisa para aqueles estudantes que dizem não ter tempo para ir a bibliotecas: em uma hora você consegue ler diversos artigos. Infelizmente, as pseudo-pesquisas são copiadas e coladas. Se você está diante de um recurso tão rico, pode usá-lo para seu crescimento intelectual.
O que aconteceu com a ética? Em nome da preguiça, da falta de tempo, do não gostar de ler, basta um comando de copiar e colar e os estudantes dizerem que pesquisaram? Enganam-se a si mesmos e aos professores (que fingem não ver).
O que acontece, então, são pseudo-informações.Os estudantes acham que sabem, que pesquisaram e que compreenderam o assunto, quando na verdade apenas copiaram o trabalho. Não desenvolveram a capacidade de argumentar, aperfeiçoar a leitura e criticar.
Os tempos mudarama. A tecnologia propicia uma série de possibilidades, mas uma parcela dos estudantes ainda pensa que, para algumas profissões, não será necessário o hábito da leitura. Sentem-se incomodados quando os professores pedem para ler mais. Para alguns, existe a preocupação de falar uma língua estrangeira. Porém, se esquecem que saber bem o português é primordial.
Talvez o maior problema esteja no nosso sistema educacional, que não possibilita a leitura como ato de prazer. Ler não é só juntar sílabas, não é castigo. Ler é interpretar, argumentar, é dar asas à imaginação.Assim é possível que escrever também se torne mais prazeroso,algo mais acessível e mais fácil.
A Internet pode ser valiosa na busca de livros. Cada estudante precisa descobrir qual é o tipo de leitura que maais o atrai. Você não pode dizer que não gosta de ler, se não leu gêneros diferentes.Dizer que prefere computador não te impede de ser um bom leitor. A diferença é que, ao invés de você virar páginas, você irá clicar no mouse.
Parafraseando Carlos Drumonnd de Andrade que nos diz que “Amar se aprende amando podemos dizer que "ler se aprende lendo".E pode se tornar uma paixão. Tomara que, com tantos recursos, possamos ter estudantes mais críticos, mais questionadores e mais apaixonados.(Publicado no Jornal Estado de Minas, Caderno D+,06/02/2007)

Angústia: esse mal (bem) existencial

Vivemos em uma sociedade hedonista, o prazer está em voga. Parece que o princípio do prazer defendido por Freud ecoa cada vez mais forte.
Há uma busca incessante em aliviar, ou melhor, em eliminar a angústia. Não é permitido sentir nenhum incômodo, nenhum desprazer. Estar feliz sempre, em todo tempo é a máxima da sociedade pós moderna, neste sentido Frankl (1990:30) nos mostra que “Também a felicidade foge de nós exata e diretamente na medida em que nós pretendemos forçá-la.”
Há uma busca pela felicidade como se ela fosse algo eterno, contínuo. A idéia de não se sentir bem, de fazer uma retrospectiva dos acontecimentos da vida, de encarar as situações de angústia como possibilidade de crescimento, parece totalmente ignorada. A pergunta que me vem é: como eliminar algo que é inerente ao ser humano? Somos seres finitos, limitados, nossa condição nos angustia.
Nossa sociedade tem criado toda uma série de recursos para eliminar a angústia: pílulas, cirurgias plásticas, consumo.
Se uma pessoa não se sente bem, há todo um caminho a percorrer para eliminar a angústia,e, antes de mais nada, a eliminação deve ser rápida e, claro, indolor. Portanto, se o humor não está bom compra-se uma pílula, um antidepressivo e tudo fica ótimo, o mundo ganha novas cores.
Se não se sente bem consigo mesmo, nada melhor do que uma plástica, um banho de loja e não importa qual seja a idade de quem está com ‘baixa estima’.
Se o relacionamento acaba, nada de pensar e refletir, dar um tempo para si, lidar com a perda, basta colocar um ‘novo amor’ no lugar e tudo se resolve, rápido.
A sociedade de consumo, servida pelo marketing, faz de tudo para que a vida pareça fácil e livre de angústias. Faz as pessoas acreditarem que desta forma estão lidando com seus problemas, suas questões existenciais, seus fantasmas, mas tal qual uma panela sob pressão, as questões não resolvidas temem em chiar, pequenos sinais vão aumentando a pressão e aí vemos uma sociedade depressiva, absorvida pelas drogas lícitas ou ilícitas, relacionamentos efêmeros, suicídios.
Mas isto tudo é motivado pela angústia? Perguntam alguns. A angústia existe como condição do ser humano e é impossível viver sem ela, eliminá-la de uma vez por todas. Mas ela pode ser ponto de partida para crescer, para novas perguntas, novas descobertas. Como diz Pegoraro(2000) “As angústias de nossa geração, longe de nos lançar na escuridão, nos convocam a questionar as limitações do cálculo meramente quantitativo e a redescobrir, pela meditação, a qualidade ontológica da vida.”
Depois de crescer internamente, de se descobrir, talvez você até decida por fazer compras, plásticas ou um novo amor; mas consciente de que elas não eliminarão a angústia. Dessa maneira, a angústia deve ser vista como condição humana, uma das poucas situações que faz o ser humano sair de uma atitude passiva e se colocar em ação diante da vida.(Salviati 2003, cita Angerami- Camon,2000) Ao se questionar, refletir sua condição, o ser humano tem a possibilidade de se compreender,de crescer. (Publicado em www.psicoexistencial.com.br,2005)